23 julho 2011

P**** (mais suja que o Cascão)

Porca você é mais suja que o Cascão
P-o-o-o-o-o-r-ca você não vale nada não!

Seu cabelo emaranhado como ninho de pombo
Seu cheiro de guimba de cigarros
Seu sorriso torto e esquivo, me lembra o assento da privada.

A calcinha desfiada, surrada, fedida!
A porra da maquiagem vencida

E na bagunça do quarto, se formava a orgia

Vício atrás de vício. 2 litros de coca e planta do índio.
Frita tudo!
A cabeça, o arroz, o porco
Quebra tudo!
A louça, o prato, a luz, o respeito

A falta de respeito, era exatamente como o peito
Grande, pesado, virado de lado, caindo em tentação.

Porca, não lava nada não, não sai do sofá não
P-o-o-o-o-o-r-ca, defeito de fábrica, não tem mais jeito não.

Mentiu, mentiu, mentiu. Se esvaiu, caiu, omitiu
e simplesmente omitiu a sua verdade.

Tentou, dançou, acabou com a mão na frente e a outra no cigarro.

Porca, que vive com ratos e parece cobra
Porca, não tem cara, nem coragem, muito menos coração.

Cabeça vazia, prima do diabo
Preto por fora, vazio lá dentro
Vazio por fora, preto lá dentro
Perdida!
Perdida em promessas, proteções, mitos e superstições.

Porca, vadia imunda!
Feia na cara. Horrorosa aquela bunda.
Dizem que quem comeu, adoeceu e o pinto escureceu
De-de-de-d-s-s-s-t- tchê tchê tchê tchê
Deus me livre de você.

Porca, você não tem conserto não!
Você não toma banho não?
Porca de cabeça, porca de costumes, porca de coração.

Definitivamente, mais suja que o Cascão. 

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